quinta-feira, 1 de julho de 2010
Mundial de Futebol 2010
COPA 1998 - DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA !
Talvez, isso explique a razão do jogador Leonardo ter declarado a seguinte frase: '"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 1.998, ficariam enojadas!".
Todos os brasileiros ficaram chocados e tristes por terem perdido a Copa do Mundo de futebol, na França. Não deveriam.
O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.
Fato comprovado:
O Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa. Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 13:00 do dia 12
de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr. Ricardo Teixeira (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma preleção da seleção), o Técnico Mário Zagallo, o Sr. Américo Faria, supervisor da seleção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike. Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel.
A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o penta-campeonato mundial por sediar a Copa do Mundo. A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) através da empresa Nike.
Além dis so, os jogadores que aceitarem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos terão as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o próprio Ronaldo, Raul da Espanha, Batistuta da Argentina e Roberto Carlos , também doBrasil.
Mesmo assim, Ronaldo se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Zagallo a escalar o jogador Edmundo, dizendo que Ronaldo estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico para problemas estomacais).
*A sua situação só foi resolvida após o representante da Nike ameaçar retirar seu ** patrocínio vitalício ao jogador, avaliado em mais de US$90.000.000,00 (noventa ** milhões de dólares) ao longo da sua carreira.
Assim, combinou-se que o Brasil seria derrotado durante o 'Golden Goal' (prorrogação com morte súbita), porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que a França, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse, em duas falhas simples do time brasileiro, os primeiros gols.
O Sr. Joseph Blatter, novo presidente da Fifa, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe brasileira, uma vez que o campeonato mundial trouxe equilíbrio à França num momento das mais altas taxas de desemprego jamais registradas naquele país, que serão agravadas pela recente introdução do euro (moeda única européia) e o mercado
comum europeu (ECC).
Garantiu, também, ao Sr. Ricardo Teixeira, através de seu tio, João Havelange,** que o Brasil teria seu caminho facilitado para o penta-campeonato de 2002.
**Passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas,** para que todos possam conhecer a sujeira que ronda o futebol!
Desde, já agradeço, Um abraço.
Gunther Schweitzer
Central Globo de Jornalismo*
E tem Mais, nesse acordo ficou definido que em 98 a França seria campeã,(como foi) , em 2002 seria o Brasil (como foi), em 2006 a Italia, e em 2010 a Argentina e 2014 será a Alemanha, todos esses paises estavam envolvidos na negociação.
Agora é só aguardar para ver o resultado.
Porque será que o Maradona esta com toda essa euforia???
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Uma vida
Não sei porque me apeteceu escrever isto, mas já não dá para aguentar mais. Aqui vai: A vida é boa de mais!! Não sei porquê, mas é o que sinto. Tudo dá gozo. Estou numa fase especialmente boa porque os meus objectivos andam pela palma da minha mão. Tenho um caminho e lutar por ele está a ser fantástico!
A objectividade do trabalho, a alegria dos meus relacionamentos, a felicidade contagiante, o aprender, a conquista dos sonhos... Eu não sei explicar, mas não fosse já tudo isto parecer demasiado lamechas e mais revelaria!
No entanto, olho à volta e pareço dos poucos. (Ainda) não tenho moral para ensinar nada a ninguém, mas às vezes temos de parar e pensar. O que estou cá fazer? A minha vida, o que é? Qual é o meu próximo objectivo no trabalho? e na vida? No trabalho já pensei se o que faço é o que tenho por paixão? Estou rodeado por pessoas que lutam por que objectivos? Tenho tempo para os teus sonhos? Trabalho para eles, todos os dias?
Fui-me apercebendo de um eco "queixoso" que existe na sociedade, e que ouvimos toda a vida por onde vamos passando. Malta sempre a queixar-se dos seus problemas, ou que ganham pouco, ou que trabalham muito, ou que isto e aquilo. Se calhar tenho esta opinião porque a vida nunca me traçou as pernas e nunca me fez cair de verdade. Mas também estou certo que existe o oposto, e que há quem já nem equilíbrio encontre para se levantar, não encontrando uma razão lógica para que nada saia bem. Seria o destino? Não acredito nisso. A resposta é o nosso trabalho e a nossa mentalidade. Na maior parte das vezes nem sei porque se exterioriza esses pensamentos e problemas para os outros, se não os podem resolver. No máximo o que obtemos é um reconforto e não a solução para o que tenho que resolver.
Tudo o que escrevi faz-me enunciar um exemplo, que serve para classificar a mentalidade dominante que existe por ai. Este exemplo demonstra como funciona com nas crianças. Se tomarmos consciência disto em adultos, muito na nossa vida pode mudar. Todos nos lembramos de nossos pais nos chamarem a atenção, porque este ou aquele grupo na escola era mais estudioso ou mais problemático. Várias vezes me lembro de ouvir concelhos deste género: "não te juntes aquele, porque só faz asneiras!". E realmente, se mudava do grupo dos problemáticos para o dos estudiosos, as minhas notas melhoravam mesmo. A perspectiva que tenho hoje também vai um bocadinho ao encontro disto. Como são as pessoas com que me dou? São ambiciosas? São pessoas que se queixam? São pessoas que se divertem? São pessoas? Ou pior que responder a estas perguntas são as seguintes: E eu? queixo-me da minha vida aos outros? O que respondo quando me perguntam, "Como anda a tua vida?". Não quero dizer que nos tenhamos de desfazer de amizades, mas claramente, temos que fazer uma filtragem da mensagem que não nos interessa. Já dizia o ditado "Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!".
Vamos então utilizar dois truques. 1º Não vou exteriorizar os meus problemas, antes vou resolvê-los. 2º Não vou dizer "não!" aos meus sonhos, antes vou perguntar "como vou atingi-los" - é que a mensagem "como" abre-nos várias portas, mas um "não" bloqueia tudo.
Aproveitando a onda do mundial, a malta devia era andar toda com uma vuvuzela, para mostrar a "energia positiva". O problema é que no dia-a-dia, todos a deixam em casa...
Espero que vos tenha inspirado.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Diferenças entre um ganhador e um perdedor
•Um ganhador supera-se antes das dificuldades. Um perdedor diz mal dos obstáculos.
•Um ganhador procura a solução dos problemas. Um perdedor esconde os problemas.
•Um ganhador reconhece um erro cometido e aprende a lição. Um perdedor culpa o árbitro pela derrota.
•Um ganhador tem planos. Um perdedor, por medo de fracassar, senta-se a fantasiar.
•O ganhador procura fazer frente à tempestade. O perdedor esconde-se ao ouvir o primeiro trovão.
•Um ganhador projecta a sua vida até ao futuro. Um perdedor conforma-se com o que alcançou.
•Um ganhador aprende a partilhar as coisas boas que conquistou. Um perdedor só pensa em si mesmo.
O êxito começa com o conhecimento das qualidades físicas, mentais e intelectuais de nós mesmos. O maior inimigo do teu êxito, que encontrarás na tua vida, serás tu mesmo.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Telefonema insólito

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Valha-nos esta Constância

Portugal é um país estranho.
Esta semana confirmou-se a notícia que já há alguns meses pairava sobre o Banco de Portugal. Vítor Constâncio pode vir a ser nomeado Vice-Presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Ora, convém clarificar então o que é o BCE, não vá algum leigo não saber do que se está a falar. Para ajudar, recorri à wikipédia e encontrei: “O Banco Central Europeu (BCE) é o banco central responsável pela moeda única da Zona Euro e a sua principal missão é preservar o poder de compra do euro, assegurando assim a estabilidade de preços na respectiva zona”. AH! Bom, então é isto! Estando clarificados quanto à responsabilidade do cargo, resta saber se esta nomeação, trás ou não, prestígio para o nosso pais! Pois a resposta é: aparentemente, não!
Por ser “aparentemente não” é que Portugal é um país estranho. Fico espantado quando alguns partidos e mesmo figuras desconhecidas (as que comentam as notícias online dos jornais) se dedicam a menosprezar a notícia. Muitos espelham mesmo alegria pelo facto de Constâncio deixar o cargo de Governador. Ou seja, é bom que ele se vá embora pelos mais variados motivos (ou porque tinha políticas que não promoviam o emprego ou mesmo porque não sabia supervisionar), mas agora, em vez de governar apenas dez milhões, vai passar dirigir dez milhões mais trezentos e vinte milhões – não lhe servia pouca gente para a sua incompetência. Pois, porque se pensarmos bem, todos os bancos centrais, com mais ou menos liberdade, acabam por ter que se cingir às regras do pacto de estabilidade e do BCE. Então isso significa que o próximo governador também vai ser um mal amado para Bloquistas, Comunistas e “figuras desconhecidas que comentam as notícias online”. Além disso, e não menos incómodo, vai ser a novela que vamos ter até Junho com a discussão do próximo nome para o Banco de Portugal. Eu também já estava farto da novela do “Face Oculta”…
Como em muitas coisas da vida existem os que estão a favor e os que criticam. Embora haja muitos elogios a esta nomeação (principalmente do centrão), é certo que para os críticos, Portugal não perde um grande técnico de macroeconomia como é Constâncio. Para os seus críticos, Portugal fica a ganhar com a sua saída! Então, ou nós somos muito inteligentes, porque nos livramos do senhor que não soube supervisionar os bancos (que sorrateiramente escondiam as contas debaixo do tapete) e que era um dos causadores de desemprego do país, ou somos muito burros, porque toda a Europa é unânime em relação ao seu nome, e vê em Constâncio um profissional com valor. Aliás, neste momento começo a ficar preocupado com o futuro da Europa. Podem-se abrir as portas a mais casos BPP’s e BPN’s, mas agora em Espanha, França e Alemanha. Se calhar são países que não têm problemas e que precisam de alguma coisa com que se entreter. Mas se assim fosse, preferia dar-lhes de bom grado o caso “Face Oculta” e os “Contos de Sócrates”.
Finalizando, com a saída de Constâncio, Portugal e a Europa chegaram a uma relação win-win. Portugal livra-se de um mal e a Europa fica convencida que ganhou um excelente profissional. Já tinha acontecido o mesmo com o Durão Barroso, e os eurodeputados e a outros níveis, com António Guterres, ou mesmo com o Cristiano Ronaldo (sim, porque para muitos portugueses o melhor do mundo é Messi). Portugal mostra que sabe manter os talentos. Ao menos somos bons em alguma coisa. Somos um povo muito egoísta. Os bons estão cá todos. É por isso que somos dos mais ricos do mundo. Valha-nos esta constância...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Portugal Consciente - Está nas nossas mãos.
00h30m
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos.
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Farmvileiros - Uma geração em ascensão
Um dos exemplos onde os agricultores foram mais penalizados, foi na região do oeste. Até o nosso presidente fez questão de visitar a região no dia 18 de Janeiro, de modo a dar apoio aos trabalhadores das sacholas. No meio de tudo isto, tenho duas coisas a acrescentar: desde logo, esta intempérie é uma maçada para as terras de pousio. Num ano, em que seria suposto descansarem do cultivo, pimba! Toma lá gelo e neve pró almoço. A segunda é que, pela primeira vez, desde que me lembro, Paulo Portas não foi o primeiro a acudir uns agricultores. Não sei se é por já não haverem eleições num futuro próximo. Observa-se assim uma desvalorização destes, pois já não valem tanto a pena, como os que sofriam calamidades antes das eleições. Talvez sejam agricultores diferentes, menos aptos a votar. Agora as duas mãos estão dedicadas a reconstruir as estufas, em vez de carregarem os legumes para as feiras. Ainda assim, Cavaco tomou a dianteira e veio dizer para a televisão: “Os portugueses acreditam nos agricultores da Região do Oeste”. Eu sou sincero, também passei a acreditar! Até há pouco tempo nem sabia que existia esta região, nem agricultores nela, por isso agora tenho fé que existe mais uma região de calamidade em Portugal. Outro factor relevante desta afirmação é o facto de se tentar fazer de Portugal um país grande. Quem diz “região oeste” até parece que se refere a um imensidão de território de se perder de vista. Nos EUA também se referiam assim ao Far West, onde os índios habitavam.
Indiferentes a tudo isto, estão de facto os Farmvileiros. Ali não há nada… Apenas um escravo que se abanca no meio das terras e segue as ordens, digamos sábias, dos utilizadores. Eu devo dizer que deve ser um jogo cheio de estímulos intelectuais. Deve-se aprender muita coisa com o jogo, tal como o tamanho do sacho ideal para cavar a terra, ou mesmo a época ideal para semear a beterraba. Cada vez que recebo um “feed” do farmville fico estupefacto: “Canhoto Borralho encontrou um ovo de ouro misterioso”, ou “Zé Tó encontrou um vitelo na sua quinta” Tomara os agricultores da “imensa região do oeste” que tivessem o mesmo clima dentro das suas estufas, ou a mesma sorte de encontrar meia vaca por entre os grelos dos nabos. No meio de tudo isto, acredito (mais uma vez) no porquê do nosso presidente, Cavaco Silva, ter dito que também acreditava na agricultura portuguesa! Será que se estava a referir a estes jogadores? Entretanto, não reparei num crescimento do nosso sector primário. Com tanto jogador, já se deveria ter notado alguma coisa. Talvez venha aí uma geração cheia de pujança para cultivar, levantar a terra e apanhar a batata. Ai Salazar, se estás ai, orgulha-te do povo português que voltou a dedicar-se à terra. Na tua altura devias ter oferecido à Mocidade Portuguesa um Magalhães com facebook, e vai-se a ver, ainda mandavas em Portugal.
Quanto vale um quilo de espargos?
João Oliveira